Como nasceu o Jornalismo?

I PARTE

Os estudiosos apontam como pioneiro, o “Acta Diurna” no ano de 59 A.C em Roma. Era um informativo que elencava os fatos importantes que aconteciam no governo de Júlio César, os julgamentos e os eventos esportivos.

Na China, no século VII D.C, existiam publicações regulares de notícias vindas do governo.

Porém, as raízes históricas da produção dos meios de informação no sentido próprio se colocam em um contexto bem definido: entre os séculos XV e XVI na zona economicamente e socialmente mais desenvolvida da Europa.

Precisamente, o jornalismo, em nível mundial, nasce em Veneza, Itália.

Veneza, ponto de negócio, cidade portuária, era a região mais ativa do ponto de vista econômico.

Antes da identificação com o nome de "Jornal" existiam os "avisos" que serviam para recontar os fatos que aconteciam no porto de Veneza e também, serviam para se defenderem dos ataques do piratas, orientando os marinheiros para mudarem de rota.

A era do jornal moderno nasce com Johann Gutenberg em 1447. Ele copiou dos chineses um modelo de máquina usado para a produção de letras.

A máquina de Gutenberg possibilitou o livre intercâmbio de idéias e a disseminação do conhecimento: temas que definiriam o Renascimento europeu. Durante essa era, os boletins informativos levavam a uma classe cada vez maior de comerciantes, notícias de interesse sobre o mercado.

Novos horizontes são abertos - a educação avança, difunde-se o alfabetizo, expande a cultura.

Lutero usa a nova tecnologia, a tipografia, para a difusão da Bíblia.

A Igreja intervém na difusão dos jornais. A abertura para expressão do pensamento, segundo a Igreja, era um grande risco. Começa assim, o controle e a proibição de textos que, para a Igreja, eram considerados heréticos.

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