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Mostrando postagens de Julho, 2013

Papa Francisco: cravado eternamente em nossos corações

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Bem-vindo aos nossos corações, nos quais gravou seu cativante sorriso e a simplicidade tão rara naqueles que, como você, galgam os degraus do poder.
Bem-vinda a sua ousadia evangélica de entrar no Brasil como Jesus em Jerusalém: não montado no cavalo branco dos imperadores, equivalente hoje às limusines blindadas, e sim no “burrico” de um carro de classe média, com o vidro aberto, sem nojo do cheiro de povo nem temor da acolhida calorosa da população.
Bem-vindo este nome, Francisco, para nomear um papa. O santo de Assis rejeitou, nas origens do capitalismo, o sistema produtivo que gerava concentração de riquezas e exclusão social, e que teve em Bernardone, pai do jovem Francisco, um dos pioneiros.
Bem-vindo à opção pelos pobres, à denúncia da corrupção dentro e fora da Igreja, e da “globalização da indiferença” diante dos fluxos migratórios provocados pela miséria semeada na África pelo colonialismo europeu.
Bem-vindo ao “colocar mais água no feijão” de todos que, “comprometidos com a jus…

7 pílulas altamente libertadoras deixadas há pouco pelo Papa Francisco em Varginha

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1. Missão  Queria bater em cada porta, dizer “bom dia”, pedir um copo de água fresca, beber um “cafezinho”, ouvir o coração de cada um, dos pais, dos filhos, dos avós… 
2. Acolhida  É importante saber acolher; é algo mais bonito que qualquer enfeite ou decoração. Como diz o ditado, sempre se pode “colocar mais água no feijão”! Se pode colocar mais água no feijão? E vocês fazem isto com amor, mostrando que a verdadeira riqueza não está nas coisas, mas no coração! 
3. Perseverança Não se cansem de trabalhar por um mundo mais justo e mais solidário! Ninguém pode permanecer insensível às desigualdades que ainda existem no mundo! 
4. Dignidade  Dar o pão a quem tem fome; é um ato de justiça. Mas existe também uma fome mais profunda, a fome de uma felicidade que só Deus pode saciar. Fome de dignidade. 
5. Justiça Social  Não existe verdadeira promoção do bem-comum, nem verdadeiro desenvolvimento do homem, quando se ignoram os pilares fundamentais que sustentam uma nação, os seus bens imateriais: a …

Acompanhe ao vivo o Papa na JMJ2013

Você, realizando o sonho de dona Maria

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"A oração que não gera uma ação concreta em ajuda de nossos irmãos pobres, doentes, carentes, que precisam de nós, é uma oração estéril e incompleta". (Papa Francisco)
Domingo passado, na missa da Igreja de Fátima, no Abolição II, no final da celebração, falamos da campanha para a construção da casa de dona Maria dos Três Vinténs. Nas chuvas de abril passado, sua casa de taipa desabou. Representantes do poder público estiveram no local, mas nada fizeram. 
Nós, comunidades da paróquia de Fátima, por meio das redes sociais, assumimos o compromisso de reconstruir a casa.
Muita gente de coração grande e generoso já contribuiu e a casa já está coberta, praticamente, concluída. Falta o acabamento: piso, pintura, entre outros.
Seu Francisco e Wilki da comunidade dos Três Vinténs estão à frente desse mutirão de solidariedade.  Espontaneamente, domingo passado, após a divulgação da campanha da casa, muitas pessoas fizeram doação em dinheiro, somando no final a quantia de 811,75 R$.
T…

Dez lições das ruas

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1. Estamos vivendo os primeiros momentos de uma nova era, caracterizada pela crescente democracia direta, feita pela internet, meios de comunicação e nas ruas. As novas tecnologias permitem essa nova forma de fazer política com mais constância e profundidade. Veio para ficar. 

2. As manifestações de rua não foram contra os partidos ou movimentos, como querem alguns, mas contra os oportunismos partidários de aparecerem somente quando o povo já está na rua. 
3. As manifestações questionam, sim, a inércia do sistema representativo quando se trata da defesa dos interesses populares: partidos, sindicatos, movimentos sociais organizados, silenciados nos últimos anos por deliberação própria, para não incomodar o governo, ou pela ocupação dos cargos públicos para defesa de interesses pessoais e corporativos, também estão sob o crivo das ruas. 
4. Não há risco de ditaduras ou golpes. Quem está nas ruas quer liberdade de expressão porque não se sente expresso e representado nos meios institucion…