A mãe Igreja, a casa de todas as etnias

Hoje, quinta-feira, aconteceu em Fátima, Portugal, a Peregrinação Internacional do Migrante, sob o tema ¨Viver o Amor Fraterno sem distinções nem discriminações¨.

O responsável pela Pastoral dos brasileiros no estrangeiro, D. Alessandro Ruffinoni, bispo auxiliar de Porto Alegre, na sua homilia, durante a missa presidida para milhares de peregrinos em Fátima, defendeu que, “o migrante nunca pode ser considerado como um problema, nem pela Igreja, nem pelo Estado que o acolhe, e sim uma riqueza de grande valor da qual devemos agradecer a Deus”.

D. Ruffinoni, de origem italiana, disse que é “intenso e profundo pensar num mundo sem fronteiras, sem a palavra estrangeiro, pois esta é uma palavra triste, fria, uma palavra que separa e divide”.

Depois de citar a reflexão de Bento XVI, na sua Encíclica Caritas in Veritate, sobre o fenômeno das migrações na contemporaneidade, D. Alessandro Ruffinoni considerou que a Igreja “deve dar o exemplo para um melhor acolhimento dos migrantes, ajudando os fiéis a superar preconceitos”.

O bispo dos migrantes, na conclusão da sua homilia deixou uma palavra de apoio e de encorajamento aos migrantes brasileiros presentes naquela peregrinação. A Igreja no Brasil está ¨orgulhosa de todos vocês, pela sua fé, pelo trabalho e pelo espírito de alegria que contagia a todos¨.

Por fim, dirigiu suas palavras aos bispos e padres presentes, dizendo: “Queremos dialogar e pedir encarecidamente aos nossos irmãos bispos e sacerdotes, que agora são os seus pastores, para que façam o possível, para que não lhes faltem acompanhamento espiritual e o apoio fraterno”

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