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Ensino-Aprendizagem ONLIFE

CURSO ENSINO-APRENDIZAGEM ONLIFE: Como desenvolver a Autonomia Digital no ambiente acadêmico? PLANO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1. IDENTIFICAÇÃO TURMA: Aprendizes Inquietos ONLIFE PROFESSOR: Dr. Talvacy Chaves de Freitas [1] E-MAIL: talvacy77@gmail.com WHATSAPP: (84) 9 9668-3426 CARGA HORÁRIA: 21h DATA: 06 a 31 de julho de 2020 2. EMENTA Ao apresentar novos recursos digitais e novas habilidades tecno-pedagógicas de ensino-aprendizagem, este curso propõe emancipar a autoestima e a autonomia digital dos educandos e educadores. 3. OBJETIVO DE APRENDIZAGEM Ajudar estudantes e professores a conhecer melhor a complexidade do ambiente “onlife”, oferecendo vias para acessar e gerenciar os melhores recursos e plataformas online de ensino-aprendizagem, em vista de robustecer a autonomia digital da comunidade acadêmica. 4. CONTRIBUIÇÃO PARA O PERFIL DO EGRESSO A consciência de que a transição para ensino-aprendizagem “onlife”, hí...

O Ensino-Aprendizagem Onlife: Como desenvolver a autonomia digital no ambiente acadêmico?

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“A revolução não acontece quando a sociedade adota novas tecnologias; acontece quando a sociedade adota novos comportamentos” (Clay Shirky).          As inquietações, medos, desafios e esperanças que todo estudante e professor estão sentindo neste período de pandemia, com a passagem brusca do modelo convencional para o modelo “ onlif e” [1] (online e off-line) e híbrido de ensino-aprendizagem, eram e são as inquietações, medos e desafios que me acompanham desde o início do milênio. Por esse motivo, escolhi como objeto de pesquisa no meu doutorado, concluído em 2019, estudar e compreender o impacto das mudanças paradigmáticas provocadas pelas novas tecnologias de comunicação e informação no processo de aprendizagem dos estudantes da era da cultura digital.   A “vantagem” que tínhamos antes da Covid-19 é que a educação digital era opcional. Hoje, ela se tornou quase obrigatória para os estudantes continuarem avançando nos seus estudos já que...

Solidariedade Global: a solução sustentável para o Século XXI

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“Não desperdiçamos esta crise. Dela pode nascer a solidariedade global”, recomendou Yuval Noah Harari, o filósofo e historiador israelense, ao ser entrevistado pelo jornal italiano “Corriere della Sera”. A crise pandêmica está batendo na nossa face egoísta. Os grandes líderes governamentais ainda resistem em assumir um compromisso global no combate ao Covid-19. Muitos deles ficam fomentando o ódio, a conspiração, culpando interesses ideológicos, religiosos, políticos pela criação e proliferação do vírus. Trump acusa os chineses. A Índia acusa os muçulmanos  e estes, por sua vez, acusam Israel. No Brasil, grupos conspiracionistas veem o coronavírus como uma invenção comunista. No campo do fundamentalismo religioso, há grupos que veem o vírus como um castigo enviado por Deus, revelando, desse modo, a raiva divina contra a humanidade corrompida. Não obstante à infinidade de visões distorcidas da atual crise, o coronavírus está nos obrigando a quebrarmos as barreiras cultura...

Em tempos de pandemia, a Ética é a primeira vítima

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Antes de tudo, ninguém sabe quem tem que viver e quem tem que morrer. É antiético e inaceitável aderir à hipótese de qualquer gestor público negacionista que, no discurso de salvar a economia, relativiza o distanciamento social para infectar rapidamente o maior número de pessoas que, em outras palavras, significa dizer: deixemos morrer as pessoas que não tenham anticorpos suficientes para encarar o vírus e que sobrevivam os que tiverem alta imunidade no contágio pela doença. Não sou médico e nem agente da área de saúde. Eles têm um código deontológico que os protegem e guiam suas condutas, sobretudo em situação de escassez.  Todavia, independente se é da área de saúde ou não, há questões éticas que tocam os limites do nosso agir. A ética não é neutra, cada pessoa tem uma opinião diferente sobre ela. Na hierarquia dos valores, cada um constrói a sua conduta ética a partir da "bolha" social e cultural em que vive. Por exemplo, cientistas, médicos e agentes de saúde...

Como e quando voltaremos a uma vida normal?

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Ninguém está de fora. A humanidade inteira está nua diante dele. Apesar de já ter lido nas mídias sociais, sinceramente, não acredito que alguém de sã consciência consiga afirmar que tudo está bem, que a pandemia nada mudou na sua vida e que continua trabalhando e vivendo normalmente como antes. Em maior ou menor intensidade, todos nós estamos com a taxa de angústia, de nervosismo, de incerteza, bem acima do normal. Muitos pais e avós estão trancados em suas casas, impossibilitados de receber o abraço de seus familiares, de receber visitas ou de visitar seus filhos, netos, vizinhos ou pessoas dos seus ciclos afetivos.  Há aquelas pessoas que perderam o emprego e não sabem se voltarão a recuperá-lo; há aquelas que viram seus negócios sendo fragilizados ou eliminados bruscamente; aquelas que planejavam colocar seus projetos em prática neste ano de 2020 e, de repente, tudo foi diluído ou adiado. Mais grave ainda, aquelas pessoas que perderam entes queridos ou que, pessoalme...

#Coronavírus: Tecnologia, tem. Governança, não!

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Boa noite Fernando Magalhães e ouvintes do 60 minutos. Hoje, comento uma recente fala que o historiador e filósofo israelense, Yuval Harari, fez sobre o antagonismo existente entre o avanço tecno-científico no combate ao coronavírus e a falta de sabedoria e de cooperação global dos países.   Diferente das pandemias do passado, hoje temos, pela primeira na história, tecnologias de ponta para desmitificar as causas e as consequências da Covid-19, além de aparatos científicos para saber os mecanismos necessários para se prevenir contra o contágio do Coronavírus. Durante o longo período da Peste Negra, um vírus que matou um terço da humanidade, a ignorância foi a grande aceleradora da pandemia. Segundo Harari, milhões de pessoas morriam e não sabiam porque as pessoas estavam morrendo e nem sabiam o que poderiam fazer para acabar com a doença. Nem na Peste Negra do século XIV e nem na Gripe Espanhola de 1918, a ciência foi capaz de descobrir as causas da velocidade e do ...

Sem ela, você pode ser vítima e/ou assassino

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Eu e você sem máscaras no supermercado, na igreja ou em qualquer outro espaço social, viramos seres potencialmente perigosos. Foi esse o meu sentimento, hoje, pela manhã, quando fui ao supermercado. Tinha medo de todos que se aproximavam de mim sem máscaras. Consciente ou não, podemos ser assassinos, transmissores da Covid-19 ou vítimas, assassinados por quem se aproxima de nós, infectados pelo vírus.   Diante desse dilema, ao sairmos de casa, a forma mais humana e segura de reduzirmos o sentimento de vítimas e culpados é aderirmos voluntariamente ao uso correto da máscara. E aqui entra o papel da informação científica e da conscientização massiva da população. Isso é fundamental porque ainda vemos diferentes comportamentos diante das normas sanitárias. Há quem ainda resiste ao isolamento social, e mais ainda, ao uso de máscaras. Cada grupo, cada família, cada pessoa, tem uma percepção diferente da atual crise pandêmica. E aqui talvez mereceria, futuramente, um e...